Eu vejo o preto no branco e o branco, triste, se tornando cinza.
Se o meu sorriso é luz, tua escuridão me tornara ranzinza.
A luz da minha vida deixou-se ferir pelo borrão preto do teu escuro.
O breu da tua existência manchou o branco do teu servo mais puro.
Deixei-me jazer em falsa alegria e sentimentos fascinantes.
Tu sustentavas falsa ternura e uma insana luxúria, no fim lancinantes.
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