7.4.13

Condenado


Não é uma prisão perpétua, mas cada minuto dura como se fosse. Quem sabe uma hora eu me liberte. Me livro dessas algemas que, não estão em minhas mãos; quem dera se estivessem. Soltar-me dessa mordaça e poder respirar sem ter que fazer força ou talvez... Nem respirar.  As paredes de minha mente resistem mais do que qualquer aço que dê consistência á uma grade qualquer. 

No banco dos réus do medo, meu único advogado foi a esperança, a qual não paguei os itinerários por muito tempo; e se foi. E a juíza consciência continua batendo seu martelo e me condenando continuamente. Mas tenho bom comportamento... Espero me libertar daqui logo. Desse presídio ambulante que há muito vaga por aí. 

Um comentário:

  1. Nosso pior inimigo somos nos mesmos. O mal que sentes nasce dentro de ti, há de pesquisar e tratar a origem disso. Grande abraço

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