E ainda que digam que a morte é aquilo que, de pior, pode acontecer ao ser humano... Não! Não julgue tão mal aquilo que lhe dá, de direito, o descanso da vida. Tão honesta aquela que, em teu manto preto, lhe colhe a alma nos braços para que descanse; senhora Dona Morte. Mas tão cruel que és, Senhor Amor... inconvém, com tua foice invisível, ceifando-me cada pedaço de esperança que carrego. E lá se vai o amor, foi-se o ceifador, deixando-me... restando apenas dor.
Assim como a morte é certa, o amor uma hora vem. Queira descansar, mas não queira amar.
E o amor tortura, tira pedaços, dilacera, usa ácido sulfúrico e, muita das vezes, usa a própria morte
ResponderExcluirMe identifico. Ando sendo torturado pelo amor e tenho certeza que é pior que a morte. Sofro, choro e fico carente.
ResponderExcluirParabéns, lindo texto, Luc.
K., :*
Gosto do teu palavreado.
ResponderExcluirFlores.
Não sei se já leu, mas teu texto me lembrou memórias póstumas de bras cubas. Senti como se tivesse lendo pedaço de um livro de um escritor famoso.
ResponderExcluirAcho tão bonito quem sofre por amor, pena que não tenho esse talento. Ou isso seria bom? Vai saber...
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